CRIAR É APRENDER: A CULTURA MAKER E A ABERTURA DOS HORIZONTES DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL
Resumo
O objetivo deste estudo é analisar sobre a inserção das tecnologias emergentes no ambiente escolar representa uma transformação profunda na prática pedagógica atual. Contudo, essa mudança não é simples ou linear, pois muitos docentes enfrentam desafios como o esgotamento digital, a sobrecarga de tarefas, a ausência de formação adequada e o receio diante do desconhecido. Para alcançar esse objetivo, adotou-se uma pesquisa bibliográfica com abordagem qualitativa e exploratória, buscando autores que discutem que tais dificuldades muitas vezes permanecem invisíveis dentro das instituições, gerando insegurança e resistência ao uso das tecnologias no ensino. Apesar disso, essas inovações apresentam grande potencial para promover uma aprendizagem mais personalizada, dinâmica e inclusiva, que respeite diferentes estilos e ritmos dos estudantes. Para que isso ocorra, é fundamental que o professor conte com suporte institucional, políticas públicas eficazes, formação continuada e ambientes colaborativos de trabalho. Este estudo reflete sobre essas tensões, destacando a importância de reconhecer o professor não como mero executor de ferramentas digitais, mas como um mediador sensível e criativo do processo educativo. Percebeu-se que repensar o papel do docente frente às tecnologias implica também revisitar o currículo escolar, suas metas e formas de construção do conhecimento, buscando torná-lo mais humano, crítico e conectado às demandas do século XXI. Assim, a Cultura Maker emerge como uma proposta pedagógica capaz de derrubar barreiras tradicionais, ressignificando o aprender por meio do fazer e do protagonismo ativo do estudante.Palavras-chave: Cultura Maker. Educação Inclusiva. Aprendizagem Ativa. Protagonismo Estudantil. Inovação Pedagógica.
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Publicado
2025-08-20