TECNOLOGIAS IMERSIVAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA: POTENCIALIDADES E LIMITES PARA A PROMOÇÃO DA EQUIDADE EDUCACIONAL

Autores

  • Devany Araujo de Freitas Dutra et al.

Resumo

Este artigo analisa as potencialidades e os limites das tecnologias imersivas na educação básica, considerando sua contribuição para a promoção da equidade educacional. Parte-se do reconhecimento de que a realidade virtual e a realidade aumentada ampliam as possibilidades de experimentação, visualização de conteúdos complexos e engajamento discente, favorecendo metodologias ativas e aprendizagem significativa. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza bibliográfica, com análise de produções acadêmicas e documentos institucionais relacionados ao tema. Os resultados indicam que, quando integradas a projetos pedagógicos consistentes e acompanhadas de formação docente adequada, as tecnologias imersivas podem ampliar o acesso ao conhecimento científico e cultural, contribuindo para reduzir barreiras educacionais. Contudo, a análise também evidencia limites estruturais, como desigualdade de infraestrutura, insuficiência de conectividade e ausência de políticas públicas consistentes, que comprometem a efetivação da equidade. Conclui-se que a promoção da justiça educacional por meio das tecnologias imersivas exige articulação entre investimento público, planejamento pedagógico crítico e compromisso com a formação emancipadora dos estudantes.

Palavras-chave: Tecnologias Imersivas; Educação Básica; Equidade Educacional; Realidade Virtual; Realidade Aumentada.

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Publicado

2026-02-27